Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Minas Gerais - Parte 6

Dia 29/10 (quinta) - Oba, a parte mais esperada por mim...rs...fomos para Brumadinho!!!! 
Chegamos 11:00h ficamos no hotel  Ville de Montagne Hotel. Hotel muito bom, recomendo!
Deixamos as coisas e fomos direto para Inhotim - é a sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior centro de arte ao ar livre da América Latina! Em 2014, o museu foi eleito pelo site TripAdvisor, um dos 25 museus do mundo mais bem avaliados pelos usuários.  (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_de_Arte_Contempor%C3%A2nea_Inhotim). Lá também tem apresentações e shows.

Há restaurante Tamboril (bem caro) e lanchonete dentro. Optamos pelo restaurante porque era o mais perto, estávamos famintos e tínhamos pouco tempo, pois lá abre 09:30 e fecha as 16:30h (terça à sexta, sábado e domingo fecha as 17:30 - segunda não abre e as quartas a entrada é de graça). Começamos a andar por lá já era 13:30h. Bom vou colocar o mapa para vocês terem uma noção de como é grande lá. (Os setores são divididos por cor, por galerias, botânicas e artes espalhadas pelo caminho). 



(Fonte: tirado do site pesquisado pelo google)

Eu perguntei na recepção e me informaram que as galerias dos artistas são fixas e as obras expostas pelo caminho são trocadas a cada 3 anos. Olha, para a gente olhar tudo superficialmente levamos 1 dia e meio. Mas para quem gosta de apreciar as obras e a parte botânica, aconselho uns 2 a 3 dias bem tranquilo...
Nossa sem comentários, lá é tudo lindo, cada coisa para admirar, fora que você pode arranjar um canto e ficar só apreciando, bom demais! Ah, para cada galeria a gente anda bastante de 250 a 650 metros cada, então nas partes distantes que são as cores laranjas e uma parte do rosa, deixamos para ir com o carrinho  elétrico (há pontos específicos que eles passam) Tudo isso a gente combinou na compra do ingresso!

Bem, vou colocar as fotos de algumas obras, pois dentro da galeria tinha diversos atividades e postarei também as explicações...vamos lá! 

Hoje percorremos toda a parte rosa (exceto: as que estão longe e a galeria da Doris Salcedo que estava desativada) e toda a amarela - vejam no mapa acima!!! Ah, e tudo andando....

1. Essa é a vista da 1 galeria que fomos (G2) - True Rouge

O içamento de um corpo inerte é uma marionete. Nesse sentido True Rouge inicia o grupo de obras içadas. Estas obras trazem um repertório de elementos conjuntivos que separam e ao mesmo tempo conectam o corpo do marionete ao corpo do manipulador. São cabos, hastes, ganchos, correntes e ventosas. A diferença de um corpo de marionete e um contra peso içado está na ilusão de que a marionete sustenta o próprio corpo, tornando os conectivos, por vezes, invisíveis. Para saber mais sobre sua obra acesse True Rouge.


2. Galeria Mata (G1) - Antes de chegar na galeria passamos pelo A2 (Amícar de Castro - Gigante dobrada)Esta galeria expõe obras de Edward Krasinski, João José Costa, Juan Araújo, León Ferrari, Luisa Lambri e Mateo López.


Mais uma caminhada até a próxima galeria, apreciando a paisagem......passamos pelas obras A1 (Tuga - Deleite), A9 (Paul McCarthy - Boxhead), A8 (Olafur Eliasson - By Means of a Sudden), A5 (Edgar de Souza) e A10 (Waltercio - esculturas) 


A11 - esta é uma obra de Zhang Huan (Gui Tuo Bei)Na cultura chinesa, monumentos monolíticos carregados por uma tartaruga são comuns em lugares sagrados e espaços públicos, servindo como fonte de contextualização histórica do local e simbolizando poder político ou religioso. A tartaruga representa longevidade, resistência e solidez, daí sua presença em tais monumentos. Para ler mais acesse Zhang Huan.


A20 - Obra de Tsuruko Yamazaki (Red)Red revela afinidades conceituais e formais com a obra do grupo neoconcreto brasileiro, sobretudo com a série de Penetráveis, de Hélio Oiticica, na passagem que ambas as obras promovem da geometria em direção ao espaço. Mais acesse Tsuruko Yamazaki



3. Galeria Cildo Meireles (G5) - “Desvio para o Vermelho: Impregnação, Entorno, Desvio'', do artista carioca Cildo Meireles, causa uma série de sensações e interpretações que se intercalam de acordo com a inserção do espectador nos três ambientes da instalação. Um quarto onde todos os objetos são vermelhos. Nos fundos, há uma pia torta, que parece uma ilusão de ótica graças ao ambiente escuro. 

























Mais uma caminhadinha, mais uma fotinha



4. Galeria Rivane Neuenschwander (G13) -  Continente/Nuvem (2008) é uma obra cinética que ocupa totalmente o teto da casa. A obra consiste em pequenas bolas de isopor que se movem aleatoriamente sobre um forro transparente, ativadas por circuladores de ar. Esse estímulo cria formas abstratas monocromáticas que aludem ao mesmo tempo a mapas e ao movimento das nuvens no céu.


5. Galeria Adriana Varejão (G7) - Foi a galeria de obras que mais gostei!!!! Tanto fora como dentro me impressionou, vejo os trabalhos dela e acho tão real, que as vezes confundo...simplesmente MARAVILHOSO!!! Para mais informações Adriana Varejao






5. Galeria Praça (G3) - Reúne obras de Leonardo Finotti, Ernesto Neto, Luiz Zerbini, Juan Araújo



Essa é muito interessante, cada caixa de som representa uma voz em um coral, ficar sentada ouvindo a orquestra é show!!!!!!!!!!


A7 - John Ahearn & Rigoberto Torres - (Abre a Porta, Rodoviária de Brumadinho)



5. Galeria Lygia Pape (G20) - grandes instalações com fios metalizados unindo elementos da arquitetura; no caso das Ttéias1C, do piso ao teto; no caso de outras, dois cantos do espaço expositivo. Para saber mais Tteia-1


A17 - Yayoi Kusama (Narcissus Garden) 500 esferas de aço inoxidável flutuam sobre o espelho d'água do Centro Educativo Burle Marx, criando formas que se diluem e se condensam de acordo com o vento e outros fatores externos e refletindo a paisagem de céu, água e vegetação, além do próprio espectador, criando, nas palavras da artista, "um tapete cinético". 


 Mais umas caminhadas \o/



A12 - Hélio Oiticica (Inversão da cor, penetrável Magic) Estas obras são propostas de edificações ao ar livre, que o artista não chegou a executar em vida e cujas instruções de realização foram minuciosamente anotadas por ele em textos, plantas, desenhos técnicos, diagramas, maquetes e amostras.


6. Galeria Lago (G6) - “Sleeping City”, de Dominik Lang - cidade adormecida

7. Galeria Marcenaria (G9) - Grippo planejou uma obra que falasse da passagem do tempo sobre um conjunto de mesas de trabalho, uma espécie de relógio de sol que banha o ateliê, onde as várias etapas de produção ligadas ao ofício da escultura estão expostas.

A16 - Edgard de Souza (Bronze5) - As  esculturas são parte  de  uma  série em  bronze fundido, que  inclui  outras peças e foi desenvolvida pelo artista ao longo da década  de 2000.  Elas representam uma figura masculina nua baseada no corpo do próprio artista e poderiam ser consideradas autorretratos, não fosse a ausência do principal elemento de identificação de  um  retrato:  o  rosto. 



A3 (Cildo Meireles - Inmensa) Na presente escultura, Cildo Meireles não apenas substitui a

madeira, da qual é feita a versão original, por aço, como também amplia consideravelmente

suas dimensões, criando uma nova relação de escala tanto com a paisagem em seu entorno

como com o corpo humano e alterando assim a experiência estética do observador.



E para finalizar o dia A4 - Obra de Dan Graham (Bisected Triangle) - Uma das obras que me fascinou também. Parecia que fazia parte dela quando entrava, pois via a obra e a natureza fora...impressionante!!! A partir de 1987, Graham começa a produzir pavilhões que se colocam na linha tênue entre a arquitetura e a escultura, discutindo não só a questão da habitação e do urbanismo nas grandes cidades como também o lugar da arte e sua relação com o espectador. 



 Bom fomos embora umas 16:30h, bem na hora que fecha...rs..nossa, super cansada.

Obs: Olha o tamanho desta árvore !!!!!

A noite jantamos no hotel, uma comida muito boa. A foto saiu desfocada...embaixo da couve era tutu, do lado costelinha com molho barbecue.


0 comentários:

By Iâni Naíra